Rio Branco sai da situação de epidemia de dengue

A prefeita Socorro Neri, acompanhada pelo secretário de Saúde do município, Oteniel Almeida, anunciou na tarde dessa quarta-feira, 12, que Rio Branco está oficialmente fora da situação de epidemia de dengue. Na comparação da segunda semana epidemiológica, quando houve o pico de 339 casos suspeitos, com a 22ª semana, o número caiu para 45 notificações, uma redução de 653%.

“Agora nós voltamos para a normalidade, mas essa normalidade precisa ser mantida. As pessoas precisam continuar mobilizadas, ativas, pra que nós não tenhamos nenhum tipo de situação diferente dessa que nós estamos”, destacou Oteniel Almeida.

Ao falar sobre a situação atual, do controle dos casos de dengue, a prefeita Socorro Neri fez questão de agradecer toda a equipe da Saúde, especialmente os agentes de combate às endemias, agentes comunitários de saúde e a população de Rio Branco. “Mas é importante lembrar que esse trabalho não encerra. Hoje apenas comemoramos a saída da situação de epidemia, continuamos contando com a participação de todos. Que cada um de nós cuide do seu quintal, não deixe água parada, caixas d’água sem tampa, para que a dengue continue sob controle em nossa cidade”.

No dia 18 de fevereiro deste ano, a prefeita assinou o decreto Nº 606 sobre a situação de emergência por conta da epidemia de dengue e determinou uma grande mobilização e atividades preventivas com foco também contra a febre chikungunya e o zika vírus.

“No fim do ano passado os números já apontavam para uma crescente nas notificações de casos suspeitos de dengue. E logo no início de 2019 foi decretada a situação de epidemia, que nos permitiu fortalecer e ampliar as ações preventivas. Temos que seguir vigilantes para que quando as chuvas voltarem não tenhamos uma nova epidemia”, disse a diretora do Departamento de Vigilância Epidemiológica, Socorro Martins.

A agente de endemias, Dayana Maia, relatou que hoje a população compreende melhor o trabalho desenvolvido nas visitas domiciliares. “As pessoas estão mais conscientes, tem mais responsabilidade e conhecimento do quanto é importante prevenir. Os números caíram, mas é necessário que todos continuem em alerta, não descuidem, porque as larvas do mosquito são cada vez mais resistentes”.

Ascom/PMRB

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